Airbnb – ou como tão cedo não ficar num hotel

Nestas últimas férias que fizemos, escolhemos um destino de praia que, por ser muito pequeno, rodeado de água salgada por 3 lados e ser histórico, não tinha muitos hóteis disponíveis. E os que estavam disponíveis eram caríssimos. Então, Pipi recusou-se a pagar 150€ por noite e pôs-se à procura de outras opções. Couch surfing não foi uma delas, porque eu sou uma medricas e acho sempre que vou acabar a estadia sem um rim ou porque fico com medo que me roubem a necessaire de 3kg da casa de banho, com toda a minha fortuna de beleza lá dentro. Vai daí que já tinha ouvido falar num blog (não sei precisar qual – leio muitos), do Airbnb. Basicamente é um site que fornece uma plataforma de reservas entre a pessoa que oferece a acomodação e o turista que a procura. Abrange mais de 500 mil anúncios em mais de 35.000 cidades e 192 países. Foi criado em 2008 e já foram feitas mais de 10 milhões de reservas. A pesquisa pode ser feita por apartamentos inteiros, normais, estadias excêntricas em bungalows ou castelos, ou estadias normais, tipo quartos – privados ou em casa de pessoas. A nossa opção recaiu num quarto privado dentro de uma casa que só fazia alugueres Airbnb – ou seja ninguém vivia lá permanentemente. O pagamento é feito para o site, é emitida uma fatura comprovativa e a reserva fica feita. Chegados ao destino, só têm de entrar em contacto com o anfitrião. Foi isso mesmo que fizemos, chegamos atrasados e fora da hora de check in mas comunicamos com o anfitrião e ele entregou-nos as chaves, explicou os procedimentos da casa e recebeu-nos muito bem (ainda por cima era todo jeitosão, cof cof). É evidente que muitas vezes esta história pode não acabar bem, convém ler as reviews de outros usuários com os olhos bem abertos antes de reservar. E como tudo na vida, é um negócio feito por pessoas – o que já se sabe, muitas não são de confiança. Riscos à parte, acho que a maior vantagem de embarcar numa estadia assim é que ficamos mais com aquela sensação de morador local e menos de turista, já para não falar nas vantagens de ter uma cozinha para pequenas refeições ou para o pequeno almoço, máquina de lavar roupa para uma eventualidade, etc. O anfitrião da casa só recebe o pagamento quando a nossa reserva terminar, o que nos dá tempo para reportar ao Airbnb se alguma coisa correr mal, ou houver muita disparidade entre o anúncio e a realidade. Connosco correu tudo bem, as expectativas corresponderam à realidade e depois…ter uma casa no centro da cidade, numa rua pedonal, com um pé direito destes, a 40€/noite…não é fácil de superar!casa ferias 2

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