Malta do Porto, querem ir ao cinema  amanhã à noite? Os bilhetes são por minha conta!

Então, tenho 3 bilhetes duplos para a antestreia do filme “Split” ou se preferirem “Fragmentado” em português, para a sessão das 21h30 no dolce vita Porto, para amanhã 4af dia 1. É um thriller/terror que promete!

Kevin possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

Let’s look at the trailer!

Se quiserem aparecer entrem em contacto para o e-mail aqui do estaminé e faz-se a combinação!

Coisas extremamente interessantes que eu aprendo em blogs

Para além de escrever também leio imensos blogs, até de moda. Num desses blogs de moda, penso que foi neste post em particular, vi qualquer coisa sobre umas roupas – resort collection. Nunca tinha ouvido falar de tal coisa. Apesar de eu não ser nada uma gaja fashion, que não tem problemas em usar roupas de mil nove e noventa e tal, gosto de estar informada (ou não ser ignorante, talvez) e vá de procurar no google o que seria isso de resort collection. Pois que descobri que, no mundo da alta costura existem duas coleções ou temporadas principais de prêt-à-porter e de alta costura (que andam desfazadas da altura do ano em que são vestir). Isto eu até sabia por causa das coleções de sapatos – houve tempos em que eu era chique e ia ver desfiles de coleções de calçado (um bocado obrigada, mas ia). Agora o facto-extremamente-importante-que-eu-não-sabia-e-aprendi-por-causa-de-ler-blogs foi que, no meio dessa agenda da moda tradicional, existe uma coleção chamada de “Resort” que começou a existir devido à malta sobretudo nos EUA, viajar para o Caribe ou outros países tropicais fugindo do frio. (Eu também fugia, se pudesse, ó se fugia! – Acho que já vos falei daquela minha teoria da definição de rico ser: quem faz férias no inverno, no nosso, claro.) Logo e voltando ao Resort (salvo seja), essas coleções passavam por biquínis,saídas de praia, vestidos de festa e acessórios que eram apresentadas em lugares reduzidos para compradores e poucos jornalistas.Com a globalização do consumo, as grandes casas não perdem vendas devido às diferenças de estação nos hemisférios sul e norte, pois haverá sempre a quem vender as roupinhas da coleção. Boa ideia, hã?

mousse de chocolate…de abacate!

Adoro abacate! E se lhe juntarmos chocolate então… uma delícia.

Toca a libertar! Que esta podem comer à vontade!! 

Ingredientes (para 2 pessoas)

  • 1 abacate
  • 2 colheres de sopa de cacau em pó
  • 2 colheres de sopa de xarope de ácer ou mel ou açúcar mesmo
  • ½ colher de chá de canela
  • raspas de chocolate

Preparação:

Colocar todos os ingredientes (excepto as raspas de chocolate) num liquidificador e misturar muito bem até ficarem com uma consistência macia. Dividir por duas taças e colocá-las no frigorífico durante 30 minutos. Acrescentar as raspas de chocolate por cima da mousse. Mais fácil não há! Comer no próprio dia que o abacate pode estragar-se de um dia para o outro!

Resultado de imagem para mousse de chocolate abacate

foto daqui.

Nunca subestimar os desejos consumistas de uma mulher

Eu: Amanhã vais trabalhar de tarde?

Pipi-man: Não, amanhã não tenho nada. Que fixe não ter de trabalhar!

Eu: Então podíamos ir aos saldos! Agora é que eles estão bons, na zara, ou na sfera por exemplo…

Pipi-man: Saldos? Não queria nada, isso é uma seca passar o sábado assim!

Eu: Ok, está bem então.

E a seguir fui ao showroomprive e assim mais ou menos aleatoriamente comprei 1 blusa e 2 camisolas por 4,5€ cada. É assim, se nós não vamos aos saldos, os saldos vêm até mim.

  
Imagem daqui.

Os mecânicos: seres muito esquisitos.

Se há coisa que preciso mesmo é de um carro resistente. A minha vida laboral depende disso, talvez seja o meu maior instrumento de trabalho. Um que não me deixe ficar mal, que ande às voltas e pare e arranque. E volte a arrancar e a parar noutra escola. E que faça isso vezes sem conta, 6 dias por semana. Faço imensos kilómetros num raio de 30. Quando me perguntam se ando muito nunca sei bem o que responder – é que eu ando muito, mas às voltas. Por isso, quando o meu velhinho a gasolina faleceu, resolvi comprar outro, usado mas a diesel mais económico e fiável. Um Mercedes pequenino e fofinho (uma paixão antiga). Até percebo relativamente de marcas e modelos e de mecânica assim muito por alto. Cresci numa família onde em tempos houve mecânicos a sério, o que parecendo que não, ajuda um bocado a não parecer tolinha quando me queixei que a direção não estava bem. Claro que, neste mundo machista dos mecânicos e tal, nunca mingúem acredita nas queixas de uma mulher, a menos que seja um problema gritante e salte à vista. Liguei ao sr mecânico e fiz uma primeira abordagem na oficina:”Ah e tal a direção está pesada nas curvas, é um problema intermitente, só faz a gracinha de vez em quando, principalmente com o carro frio, sinto que deve haver algum problema”. O que o sr. mecânico ouviu foi “olha mais uma gaja maricas que não percebe nada de conduzir e o volante está pesado. Esta pesado está, tu é que não percebes nada disto, tolinha”. Ligou o carro ao seu tablet omnisciente, viu uns errositos menores e mandou-me para casa, que não era nada. Certifiquei-me que era seguro e andei com o carro mais uns dias. O problema não desapareceu. Segunda abordagem de volta na oficina: “agora parece-me que o volante está mais uniforme, não há grande diferença nas curvas mas está mais pesado por todo”. O que o sr mecânico ouviu foi “esta gaja é mesmo chatinha, não deve ter nada mais interessante na vida para fazer e lembrou-se da direção, vai mas é ao cabeleireiro fazer umas madeixas, que isso passa”. Actualizações de software, foi no que me falaram. Madeixas para automóveis, portanto. Voltei a trazer o carro, continuavam a dizer que era seguro andar com ele, mais um dia e já não estacionei na garagem (que é um -2 e implica muito volante). Dormiu na rua o fim de semana inteiro porque evitei usá-lo, à espera das tais atualizações. Segunda feira de manhã, que já de si é um dia espetacular, não o consegui tirar do estacionamento entre dois carros. A direção não mexia. Claro. A sério, que surpresa. Voltei a entrar em casa, pousa pasta, leva pasta, e levei o carro do pipi-man. Cheguei atrasada às aulas (odeio!) os miúdos todos à minha espera, stress. Dei as aulas todas da manhã, com a cabeça naquilo, saí da escola e ligo novamente ao mecânico, que só acreditou em mim quando ameaçei com o reboque, porque entre dois carros era impossível. Felizmente o carro à minha frente saiu (sorte!) e lá o consegui levar. Com o pipi-man de carro vassoura atrás de mim (se algo corresse mal) e toda a minha força em cada curva, cada rotunda. Demorei meia hora a fazer 10km, tal era a dificuldade em virar, até à oficina, de onde nunca deveria ter saído, já da primeira vez. Acho que não vai lá com a conversa das atualizações. Mas isso acho eu, que sou G-A-J-A!

Eu juro que não percebo os mecânicos. Até parece que não gostam de ganhar dinheiro e que temos de pedir por favor para que nos ouçam e, já agora, sermos clientes deles.

Ah, e detesto quando não acreditam em mim.

pérolas infantis #7 (dose dupla especial festas)

No início da aula numa conversa de regresso das férias, sobre o Natal, as festas e os presentes:

– Sabes prof. passei o Natal e o fim de ano de férias no Luxemburgo!

– Ai sim? – perguntei eu, e decidi puxar pela miúda, que tem um discurso bom e gosta de conversar. – E como são as coisas lá no Luxemburgo? São iguais a Portugal?

– São. Mas há diferenças, é que lá neva e não gosto da mostarda.

– Ah, estou a ver, e fora a mostarda, gostaste de lá estar?

– Gostei, disse ela. No fim de ano comi laranjas com olhos pretos e fui ver o fogo de artifício na rua!

– Laranjas com olhos pretos? – perguntaram os amiguinhos/coleguinhas, ainda estava eu própria a tentar descobrir o que seriam laranjas com olhos pretos.

– Já sei! – diz um colega, ela comeu camarões! Eu também comi! Temos cá disso em Portugal, não era preciso ir ao Luxemburgo para comer isso!

Joana e Manuel, 5 anos.

(Eu acho que sozinha nunca lá tinha chegado, à cena das laranjas com olhos pretos. Às vezes só uma criança para entender o vocabulário de outra!)

 

 

Não, não fiz resoluções de ano novo.

Não gosto de resoluções de ano novo. Parece que nesta altura do ano toda a gente tem de pensar em coisas novas para fazer, comprometer-se com coisas que não vão acontecer, decidir sobre resoluções que nem chegam ao final do mês de janeiro.

Por isso resolvi já alguns anos, não fazer resoluções de ano novo, deixo-as para quando acontecerem espontâneamente. Acho mais honesto assim.