Black Mirror – uma crítica a esta era maioritariamente digital e tecnológica

Sim, saiu em 2011 mas eu sou pessoa que liga pouco a ecrãns (principalmente de televisão) e a maior parte das coisas que vejo é porque alguém que me conhece bem me recomenda, um filme, uma série ou assim.

A propósito, recomendou-me um amigo durante uma conversa, que visse o Black Mirror, que ia gostar e tal, muito devido àquela ideia que eu tenho de que hoje em dia anda tudo de olhar pousado em baixo, nos ecrãns, a deixar de ver a realidade com todas as suas dimensões.

Lá comecei a ver a série, vou neste momento na terceira temporada. É boa, aquele primeiro episódio do porco é surreal, mas confesso que a ideia dos episódios serem todos soltos e sem fio condutor entre eles, me desliga um bocado. Gosto mais de séries com a mesma história ao longo dos episódios, não sei, posso ser eu que sou antiquada.

Diz Charlie Brooker, o produtor de Black Mirror – que “cada episódio tem um elenco diferente, um cenário diferente, até mesmo uma realidade diferente, mas todos tratam da forma que vivemos agora — e da forma que podemos estar a viver daqui a 10 minutos se formos desastrados”.

Acho que é fundamentalmente isto: uma crítica a esta era maioritariamente digital e tecnológica em que vivemos, em que parece que estamos ávidos de registos eletrónicos. Numa era em que a realidade não chega, em que parece que não basta sermos nós próprios e usar a nossa memória. Se não fica um vídeo, um cartão, uma extensão, um ficheiro – parece que simplesmente não existiu.

Há episódios mais fictícios, outros mais “possíveis”. Apesar de tudo estou a gostar. Fica a sugestão, se forem como eu: cépticos em relação aos efeitos das novas tecnologias nas nossas vidas – vão adorar.

Biotherm Blue Therapy: um tudo-em-um mesmo ao meu género

Estragam-me com mimos, é o que é.

Recebi este presente da Biotherm através da Youzz e estou a adorar experimentá-lo. Primeiro tenho a dizer que a embalagem é lindíssima, a textura e o aroma do creme são deliciosos, e depois fiz a descoberta da minha vida. Trata-se de um creme de dia, que corrige e protege a pele face aos sinais de envelhecimento. Tem factor de protecção solar e adivinhem: o meu destina-se a peles normais a mistas (exactamente o meu tipo). Até aqui sempre tive alguma dificuldade em escolher um anti-rugas, porque todos os que tinha experimentado anteriormente nunca me pareciam bem para o meu tipo de pele. No inverno a coisa ainda ia, mas no verão sempre achei que os anti-rugas eram cremes muito mais gordurosos, pesados e brilhantes – pelo menos era o que sentia na minha pele. Por essa razão não os costumava usar no verão e ficavam guardadinhos até chegar o inverno.

No entanto este Biotherm Multi Defender veio mudar a ideia que eu tinha da coisa, não é pesado, não é brilhante nem gorduroso. Tenho usado todas as manhãs e a textura é de creme mas absorve com alguma rapidez. Uso sempre base e maquilhagem por cima e a compatibilidade entre a trilogia creme – protecção solar – maquilhagem tem sido perfeita.

Diria que é um tudo-em-um que adorei conhecer: reduz rugas e manchas, restaura a firmeza, hidrata a pele e protege do sol com FPS 25.

Não se pode pedir muito mais de um creme de dia! 

Estou rendida!

Obrigada à Biotherm e à Youzz.

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Farinha de mandioca (pau) com bacalhau

Um dos pratos que faço quando não tenho tempo para grandes cozinhados. Umas postas de bacalhau das partes menos nobres e um saquinho de farinha de mandioca bastam para fazer este repasto. Eu adoro! Adoro farinha de mandioca de todas as formas e feitios e uso muitas vezes em vários pratos.

Além disso a mandioca não tem glúten e é um alimento muito interessante, na minha modesta opinião! Assim sendo, cá vai a receita como eu a faço. É um prato bem saboroso que me lembra a minha infância!

Atenção que tem de ser bem temperado e feito um refogado generoso, senão não sabe a nada e depois ficam com as expectativas defraudadas.

Ingredientes:

  • 1 cebola grande picada
  • 2/3 dentes de alho picados
  • farinha de mandioca q.b.
  • sal q. b.
  • 2 postas de bacalhau desfiado cozido, sem peles e espinhas
  • azeite q. b.
  • 1 malagueta vermelha
  • água q.b.
  • 1 folha de louro

 

Preparação:

Cobre-se o fundo dum tacho com azeite. Acrescenta-se ao azeite, a cebola e os alhos picados, e a malagueta cortada fininho. Tempera-se com sal a gosto. Junta-se a folha de louro. Leva-se ao lume brando até a cebola amolecer. De seguida, vai-se juntando o bacalhau desfiado e deixa-se refogar um pouco. Vai-se acrescentando a água (eu uso a água de cozer o bacalhau), na quantidade de mais ou menos o dobro da quantidade de farinha que queremos preparar. Quando a água ferver, vai-se deixando cair por devagarinho a mandioca, mexendo sempre para não ficar com grumos. No fim depois de a farinha estar cozida, deve ter a consistência de um creme, nem muito espesso, nem muito líquido. Se precisarem podem colocar mais farinha para engrossar ou mais água se acharem que está muito grossa.

imagem daqui.

 

ouvi e gostei #35

Jesus Alejandro, el niño. Não sei bem onde é que apanhei este tema, mas ouvi e gostei. Mais ao estilo world music, salsa e tal que também gosto. O Jesus é conhecido como “El niño” e de origem Cubana. Nasceu em Havana e emigrou para os Estados Unidos, mudou-se depois para Montreal no Canadá e vive por lá.

Adoro a onda deste tipo de música, as guitarras, as vozes e os solos de trompete! Deixo-vos com este tema que se chama “Serrana”.

Dançai gente, dançai! 🙂