estive ausente… mas voltei! #4

Esta actividade é um clássico. Todos os anos (mostrei-vos aqui o do ano passado) me pedem para desenvolver um workshop temático musical com recurso a construção de instrumentos musicais reciclados. Eu divirto-me à brava a fazer estes trabalhos manuais com eles…e no fim ainda os usamos para tocar algumas peças musicais bem conhecidas! Uma delas, de Bach e até conseguiram aprender um pouco sobre a vida e obra deste compositor!

E cá estão os instrumentos que fizemos:

Guizeiras

  • esferovite circular
  • cola
  • guaches
  • pinceis
  • fita cola
  • cola quente
  • guizos avulsos

 

Paus de chuva

  • tubos de cartão
  • guaches
  • pincéis
  • fita cola
  • tampas de garrafão para fechar
  • arroz, massa, feijões, etcs para colocar dentro

 

Beliscofones

  • tubos de cartão largo
  • balões
  • guaches
  • pinceis
  • fita cola

 

 

 

ouvi e gostei #36

Tash Sultana. É uma intérprete e compositora Australiana, que me foi dada a conhecer pela dica do meu querido amigo F (a propósito, podes mandar mais dicas destas, sempre que quiseres!). Pelo que vi, ela trabalha essencialmente com loops, o que lhe permite fazer exactamente o que lhe der na gana (quem me dera, um sonoro em que só eu reinasse – ahahah – mas infelizmente não tenho capacidade para tal).

Bem, voltando à Natasha (Tash para os amigos). Gosto do registo de guitarra dela, dos solos simples e mesmo na distorção (coisa que regra geral não aprecio) gostei de a ouvir. A voz não é uma raridade nunca antes ouvida, mas tem um timbre meio soul, bem bonito! O primerio EP dela chama-se Motion, mas o tema que mais gostei de ouvir foi este “murder to the mind”, deste ano ainda, está fresquinho, fresquinho!

Para uma menina de 21 anos, não está nada mal. Por via das dúvidas, vou segui-la a ver no que isto vai dar.

Vejam aqui o vídeo dela e vejam lá se não concordam comigo…

ouvi e gostei #35

Jesus Alejandro, el niño. Não sei bem onde é que apanhei este tema, mas ouvi e gostei. Mais ao estilo world music, salsa e tal que também gosto. O Jesus é conhecido como “El niño” e de origem Cubana. Nasceu em Havana e emigrou para os Estados Unidos, mudou-se depois para Montreal no Canadá e vive por lá.

Adoro a onda deste tipo de música, as guitarras, as vozes e os solos de trompete! Deixo-vos com este tema que se chama “Serrana”.

Dançai gente, dançai! 🙂

O Salvador (Sobral)

Gostei dele desde o início. Não foi uma paixão avassaladora, mas sempre lhe reconheci talento e qualidade no que faz. Nunca me importei com os seus “tiques”, primeiro porque não acho que o sejam, (fazem parte da interpretação própria de cada um e eu própria descobri há pouco tempo que também os tenho – who cares?) e depois porque há deles para todos os gostos , espalhados por tanto pessoal do show biz, consagrado ou não. Não acho isso importante.

Agora que a canção é boa, não tenho dúvidas quanto a isso – achava-a apenas “pouco festivaleira”. Realmente nunca pensei que um tema como aquele pudesse chegar à final, cantar e vencer. Acho que não estamos (nós os portugueses em geral) habituados a ganhar – seja o que for. Podia ter sido o campeonato mundial de sueca ou a eurovisão. Simplesmente não fomos ensinados a acreditar em nós próprios (ou então fomos e isso perdeu-se numa qualquer geração anterior à nossa, não sei).

E talvez tenha sido esse o problema (do Salvador e do resto do país nas mais variadas vertentes) – não acreditarmos em nós e no facto de poder fazer uma coisa diferente e isso resultar numa vitória. Contra mim falo.

Fora isso, cada vez que o ouço em mais uma declaração, em mais uma entrevista ou conferência de imprensa, mais gosto dele.

Parece-me que passou e continua a passar uma boa mensagem com a “música dos hamburgueres”, o “isto estava tudo combinado”, o “estou muito cansado, mas sabe que normalmente eu falo melhor” ou ainda o “se calhar agora vou começar a cobrar mais pelos meus concertos”. Só uma pessoa muito segura de si e do que quer fazer, tem este tipo de brincadeira consigo prório e com os outros.

Uma lufada de ar fresco, é o que ele é – músicos novos, assim com este à vontade, descontração e presença – isto é música para os meus ouvidos. E para a minha cabeça.

Parabéns e muito orgulho, acho que é o que a malta sente por ti.

imagem daqui.

ouvi e gostei #34

Mazzy Star. Descobri-os porque fazem parte da banda sonora da série que ando a ver. Existem desde 89 e acabaram enquanto banda em 2014. Entretanto fizeram alguns álbuns bem jeitosos, sendo que o tema mais famoso deles, talvez tenha sido o “Fade Into You”, apesar de eu gostar mais deste, o “Into Dust” que vos deixo aqui para ouvirem. Um som melancólico e doce ao mesmo tempo. Uma música para sonhar, acho eu.

É do álbum “So Tonight That I Might See” de 1993, andava eu na escolinha e esta malta a fazer música da boa.

I could possibly be fading
Or have something more to gain
I could feel myself growing colder
I could feel myself under your fate
Under your fate…

ouvi e gostei #33

Mirror People, outra vez. Já tinha falado deles aqui no blog, com um dos temas da minha vida, o “Come over”. Mas agora têm álbum novo – “Bring the light” – e do que ouvi, esta foi a que mais gostei. Estão mais electrónicos, sem bateria acústica (perdem mais do que ganham, na minha opinião), mais crus –  mas bons na mesma e à portuguesa. Orgulho. E os videoclips? Sempre impecáveis.

Não é dos melhores temas deles de todos os tempos, mas é um tema bem jeitoso. Ora ouçam lá.

ouvi e gostei #33

Jamie Commons. E a culpa é do walking dead, que foi lá que ouvi este tema fantástico. Lead me home. O Jamie é um músico de blues rock e folk britânico, de Londres.

Tem qualquer coisa de dark a voz dele, sempre a despique com a guitarra, crua e penetrante. Este tema que vos deixo é o Lead me Home. Parece que vou ter de descobrir o resto, que a voz dele não me sai da cabeça. Já ouvi também o Blackbird Song e gostei igualmente.

As músicas do ouvi e gostei também não podem ser sempre animadas, pois não? 🙂

Ora ouçam lá, se não conhecem vão ficar fãs do rapaz, concerteza. Ainda por cima é todo lindão, e com uma voz destas não lhe deve faltar groupies a atirarem-se-lhe aos pés.