ouvi e gostei #45

Quando um cover é melhor que o original. Costuma acontecer muito com temas pop, mais simples, que se conseguem complicar e evoluir para sonoridades mais cheias, com detalhes e maravilhosamente arranjados.

Como este “All about that bass”, pelos Postmodern jukebox, que são a banda que eu gostava de ter. D-E-M-A-I-S. Eles têm muitos mais covers no youtube, é ir lá e descobrir!

Ora ouçam lá e digam se não é ainda melhor do que a versão original.

E aquele solo de contrabaixo a 4 mãos? Deixa qualquer um de lado!

Anúncios

ouvi e gostei #44

Amatorski. Ouvi em casa de uns amigos e adorei a sonoridade. Vocês sabem que eu me esforço por tentar colocar aqui – nesta rubrica – música animada, logo eu que adoro música-indie-e-depressiva-e-virada-para-dentro-e-dramática-q.b.

Não que este tema seja muito dramático, mas é um pouco mais meloso, e como ouvi e gostei, tinha de o colocar aqui. Já conheciam? Pois eu não.

Parece que são uma banda de rock belga, que existe desde 2008 (10 anos já! – onde é que eu andei que ainda não tinha ouvido isto?) e já ganharam vários prémios até.

Deixo-vos o tema que mais gostei, este Come home, simplesmente delicioso.

Parece que a vocalista –  Inne Eysermans – inspirou-se nas cartas de amor da sua avó, no tempo da segunda guerra mundial, para o escrever. Canção do ano na Bélgica, em 2010 (mais vale tarde, que nunca), vamos lá ver o que me dizem dele. 

Espero que gostem! 🙂

Malta do Porto e arredores que goste de soul e de jazz, estão por aí?

Pois bem, se estão e não têm melhor programa para amanhã à noite, toca a passar na casa da música às 21h30 para ouvir aqui o Myles – não o Davis, o Sanko!

Eu por acaso não o conhecia, mas a Smooth – a minha rádio favorita de todos os tempos – ofereceu-me bilhetes e lá vou eu, toda contente ouvi-lo com toda a atenção!

Diz que é assim mesmo daquele tipo de som que eu gosto: soul com groove e umas jazzadas dissonantes pelo meio.

Apareçam! 

Deixo aqui um tema dele só para abrir o apetite, mas é ouvir o álbum novo e tirar daí conclusões!

(O vídeo é lindo.)

Ouvi e gostei #43

Rodolfo y su tipica. (Não encontrei nenhum link simpático dos senhores para deixar aqui, como costumo fazer).

Ora pois bem, vamos por partes: o tema que aqui deixo hoje pertence, pelo que investiguei, a um género que eu desconhecia e se chama cumbia colombiana.

Que porbsinal me pareceu simplesmente fantástico.

Quando o ouvi (e gostei) pareceu-me que era uma salsa, mas pelo que li não é bem. Os passos de dança são diferentes (isso eu consegui ver no video) e o ritmo – ainda que possa ter algumas influências da salsa e de outros géneros – deriva de África, trazido para a Colômbia por alturas da escravatura.

Explicaçoes à parte, adorei aqui o “Tabaco e ron” que vai já direitinho para a minha pasta música do mundo, que eu tanto gosto! 

Espero que gostem também!

Pergunta de rodapé: nota-se muito que ando a dar nos Narcos à força toda? Que série, senhores! E que banda sonora! O tema inicial é muito bom mas o resto da banda sonora não fica nada atrás…

Ouvi e gostei #42

Flash Mob Jazz. Fazem covers daqueles temas bons que toda a gente conhece. E não há nada de mal nisso, pelo menos para mim. Muitas das vezes os covers são bem melhores que o original.

Aqui o som dos Flash Mob é bom, a pinta deles também. As vozes encaixam bem umas nas outras. Adoro!

O género de música que posso ouvir em loop, uma noite inteira e nunca me canso. Os vídeos deles são todos tão fofos. Tocam ao vivo em Brighton todas as segundas e em mais não sei quantos sítios de certeza, é ver no site deles. Candidato-me desde já a vocalista suplente! Ou só para fazer os coros, ou outra coisa qualquer! Era bom, era! 🙂

Tive alguma dificuldade em escolher o tema porque são todos tão giros! Mas deixo-vos este clássico, a versão deles de “Sing Sing Sing” (1936, Benny Goodman / Louis Prima).

Ah e confirma-se aquilo que eu costumo dizer sobre os baixistas…neste caso contrabaixista! Vejam-me lá bem este moço!

Acho que ia gostar de conhecer Brighton!

 

ouvi e gostei #41

Terrakota. Mais uma, na onda de música do mundo. O que eu adoro música com ritmo meio africano! Este tema – o “Ta Fuma” – mistura isso tudo com cuíca, com uma onda bestial. Então esse pézinho? Não consegue resistir, não é?!

É sexta feira! Vamos lá, pessoal!

Diz a wikipedia que:

 “O projecto Terrakota é uma banda de música portuguesa com uma sonoridade diversificada de África, das Caraíbas, Índias e Oriente. Têm como ponto de partida a música orgânica da África Negra, misturada com as sonoridades frescas das Caraíbas, das Índias e do Ocidente. Nos Terrakota, a variedade de ritmos é a palavra-chave que permite transpôr a energia de Romì, Junior, Alex, Francesco, David, Humberto e Nataniel, os sete elementos que constituem a banda. Por isso mesmo, essa fusão de influências reggae, sons do sahel, música mandinga, wassolou, chimurenga sound, música árabe, ritmos afro-cubanos ou soukous impõe o uso de uma grande variedade de instrumentos, provenientes dos vários pontos do globo – desde as congas ao djambé ou didjeridoo, além dos habituais baixo, guitarra e bateria.”

Eu adoro! Para sexta feira está bom demais!

 

ouvi e gostei #40

E então, gente? Rubrica de sexta feira!

Já tinha saudades de cá deixar um som…zinho para animar a nossa sexta feira! Que, a propósito, é o dia que mais trabalho e chego a casa com zero energia! Para ajudar, cá vai um tema mesmo mesmo mesmo boa onda! Mais um que ouvi no alpendre de uns amigos nestes dias de outono que mais parecem verão!

O tema chama-se St James Ballroom e é da Alice Francis. Ora parece que a Alice nasceu na Roménia. Viveu um pouco por toda a parte e agora saltita entre a Roménia e Colónia na Alemanha. Começou na música aos 12 anos e entretanto nunca mais parou. Gosta de swing, gosta de jazz (como eu a compreendo!), já tocou com muita gente, incluindo o “meu” Parov, e pronto, é esta a informação básica! Se gostarem descubram o resto! (E contém-me tudo, já agora!)

Para mim, há qualquer coisa de “optimístico” (acabei de inventar a palavra) neste som, o que só pode ser bom!… O vídeo, esse – está demais!