ouvi e gostei #33

Mirror People, outra vez. Já tinha falado deles aqui no blog, com um dos temas da minha vida, o “Come over”. Mas agora têm álbum novo – “Bring the light” – e do que ouvi, esta foi a que mais gostei. Estão mais electrónicos, sem bateria acústica (perdem mais do que ganham, na minha opinião), mais crus –  mas bons na mesma e à portuguesa. Orgulho. E os videoclips? Sempre impecáveis.

Não é dos melhores temas deles de todos os tempos, mas é um tema bem jeitoso. Ora ouçam lá.

ouvi e gostei #33

Jamie Commons. E a culpa é do walking dead, que foi lá que ouvi este tema fantástico. Lead me home. O Jamie é um músico de blues rock e folk britânico, de Londres.

Tem qualquer coisa de dark a voz dele, sempre a despique com a guitarra, crua e penetrante. Este tema que vos deixo é o Lead me Home. Parece que vou ter de descobrir o resto, que a voz dele não me sai da cabeça. Já ouvi também o Blackbird Song e gostei igualmente.

As músicas do ouvi e gostei também não podem ser sempre animadas, pois não? 🙂

Ora ouçam lá, se não conhecem vão ficar fãs do rapaz, concerteza. Ainda por cima é todo lindão, e com uma voz destas não lhe deve faltar groupies a atirarem-se-lhe aos pés.

ouvi e gostei #32

Pleasure Seekers. Ainda dizem que as mulheres não fazem música da boa. Ai não, não fazem! As Pleasure Seekers fizeram, eram uma banda dos anos 60 com cinco raparigas muito jeitosas do Michigan. O som é muito porreiro, eu ouvi esta “Give up the funk” e gostei.

E por isso fica aqui esta versão da música delas, para vos alegrar a sexta feira.

 

Ouvi e gostei #31

Fanfare Ciocarlia. Já os conhecia mas só este mês os vi ao vivo. E gostei muito! São uma banda de gipsy music com uma onda muito muito boa. Existem desde 1996 e são da Roménia. Tocam sempre de cor, não usam papeis (que inveja!), também fazem covers (o melhor talvez seja da Caravan) mas na minha opinião gosto mais dos originais. Tenho um casal amigo que são absolutamente fãs e muito por causa deles (que já os viram uma data de vezes), lá fui eu, e realmente não me arrependi. É daqueles concertos de dançar e pular do princípio até ao fim. É totalmente impossível assistir parado. Simplesmente não dá. São 12 músicos, só metais, desde trompetes, trompas, tubas, saxofones, com uma percussão pelo meio, muito solo, muito baixo soprado, uma fanfarra mesmo fixe. Muito ao género Kusturika, que eu também adoro. Aliás quando ouço aqui os Ciocarlia, parece que estou dentro do gato preto gato branco. Têm uma data de álbuns (9 penso eu) e deixo-vos com este vídeo do festival internacional de jazz de Montreal, do tema “Bunica Bate Toba”em que eles tocam com o guitarista Adrian Raso. É difícil escolher o melhor tema, são todos bons!

Descubram a obra e toca a pular!

(Obrigada Santos e  JP. por me terem apresentado estes senhores e pela boa energia que nos dão sempre que passam músicas destas!)

 

ouvi e gostei #30

Caravan Palace. Finalmente descobri uma catalogação de música que realmente me agrada – o eletroswing: género musical que combina a big band (que eu adoro) com a música eletrónica da era moderna. E os Caravan Palace que eu ouvi e gostei pertencem exactamente a este estilo. São franceses, sediados em Paris, existem desde 2008 e têm 3 álbuns que eu tenho de conhecer melhor. A página de facebook deles fica aqui.

Sem dúvida a música que eu escolheria para uma festarola. É impossível de resistir! Este tema ou outro qualquer deles. Escolhi este “Dramophone” porque o vídeo é absolutamente delicioso e contagiante. Ora vejam.

Vamos lá, toca a dançar como se ninguém estivesse a ver.

E boa sexta feira a todos!

“Era uma vez” primeiro mini concerto

Já vos tinha contado aqui, que tenho um grupo de amigos com os quais tenho uma pseudo-banda que nos diverte um dia uma noite por semana. Pois que já andávamos a ensaiar há uns tempitos na cave e pediram-nos para fazer uma pequena apresentação nesse mesmo bar. À nossa custa já lá ensaia outra banda (com material a sério), o que é sempre bom para o espaço. A ideia não era bem um concerto, pelo que teríamos só de tocar uns 4 temas, para amigos, sem grandes divulgações nem festivais. Ah, e pelo meio convinha arranjar um nome. Só naquela. O “Complicadinho” saiu-se com “isto é banda para tocar só uma vez – por isso acho que o nome perfeito seria: ERA UMA VEZ.” Ficou. Subimos na hierarquia possível – da cave para o primeiro andar. E lá fomos, num dia de semana depois de sairmos do trabalho: o “Certinho“, o “Estarola Sentimental“, o “Complicadinho” e eu, a auto-intitulada “pequena Diva” desta coisa esquisita que não é bem uma banda.

E correu bem. Se correu. Olhamos nos olhos uns dos outros e entendemo-nos com solos, passagens, derrapagens, duetos e finais. Não foi perfeito, nada nunca é, mas para primeiro concerto não foi nada mau. Eu própria já vi bem pior por aí, e a malta que lá estava aparentemente gostou bastante. Eu estava relaxada (coisa rara – deve ser da idade), a voz saía-me bem. Os rapazes também, estiveram impecáveis. Em vez de 4 tocamos 10 músicas e parece que um dia destes vamos ter de fazer um concerto (mais ou menos) a sério. Ou talvez e na loucura – dois!

E assim teremos de passar a “Era uma vez duas vezes!”.

Ahah!

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imagem daqui.