Ouvi e gostei #42

Flash Mob Jazz. Fazem covers daqueles temas bons que toda a gente conhece. E não há nada de mal nisso, pelo menos para mim. Muitas das vezes os covers são bem melhores que o original.

Aqui o som dos Flash Mob é bom, a pinta deles também. As vozes encaixam bem umas nas outras. Adoro!

O género de música que posso ouvir em loop, uma noite inteira e nunca me canso. Os vídeos deles são todos tão fofos. Tocam ao vivo em Brighton todas as segundas e em mais não sei quantos sítios de certeza, é ver no site deles. Candidato-me desde já a vocalista suplente! Ou só para fazer os coros, ou outra coisa qualquer! Era bom, era! 🙂

Tive alguma dificuldade em escolher o tema porque são todos tão giros! Mas deixo-vos este clássico, a versão deles de “Sing Sing Sing” (1936, Benny Goodman / Louis Prima).

Ah e confirma-se aquilo que eu costumo dizer sobre os baixistas…neste caso contrabaixista! Vejam-me lá bem este moço!

Acho que ia gostar de conhecer Brighton!

 

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ouvi e gostei #41

Terrakota. Mais uma, na onda de música do mundo. O que eu adoro música com ritmo meio africano! Este tema – o “Ta Fuma” – mistura isso tudo com cuíca, com uma onda bestial. Então esse pézinho? Não consegue resistir, não é?!

É sexta feira! Vamos lá, pessoal!

Diz a wikipedia que:

 “O projecto Terrakota é uma banda de música portuguesa com uma sonoridade diversificada de África, das Caraíbas, Índias e Oriente. Têm como ponto de partida a música orgânica da África Negra, misturada com as sonoridades frescas das Caraíbas, das Índias e do Ocidente. Nos Terrakota, a variedade de ritmos é a palavra-chave que permite transpôr a energia de Romì, Junior, Alex, Francesco, David, Humberto e Nataniel, os sete elementos que constituem a banda. Por isso mesmo, essa fusão de influências reggae, sons do sahel, música mandinga, wassolou, chimurenga sound, música árabe, ritmos afro-cubanos ou soukous impõe o uso de uma grande variedade de instrumentos, provenientes dos vários pontos do globo – desde as congas ao djambé ou didjeridoo, além dos habituais baixo, guitarra e bateria.”

Eu adoro! Para sexta feira está bom demais!

 

ouvi e gostei #40

E então, gente? Rubrica de sexta feira!

Já tinha saudades de cá deixar um som…zinho para animar a nossa sexta feira! Que, a propósito, é o dia que mais trabalho e chego a casa com zero energia! Para ajudar, cá vai um tema mesmo mesmo mesmo boa onda! Mais um que ouvi no alpendre de uns amigos nestes dias de outono que mais parecem verão!

O tema chama-se St James Ballroom e é da Alice Francis. Ora parece que a Alice nasceu na Roménia. Viveu um pouco por toda a parte e agora saltita entre a Roménia e Colónia na Alemanha. Começou na música aos 12 anos e entretanto nunca mais parou. Gosta de swing, gosta de jazz (como eu a compreendo!), já tocou com muita gente, incluindo o “meu” Parov, e pronto, é esta a informação básica! Se gostarem descubram o resto! (E contém-me tudo, já agora!)

Para mim, há qualquer coisa de “optimístico” (acabei de inventar a palavra) neste som, o que só pode ser bom!… O vídeo, esse – está demais!

ouvi e gostei #39

Petit Biscuit. Som-zinho apresentado pelo meu amigo JTF, que tem tão bom gosto musical, que tive de ir logo descobrir aqui o “biscoito”. É um dj franco-marroquino com apenas 17 anos (quem me dera ter feito músicas destas – mesmo que eletrónicas – quando tinha 17 anos!). Diz que aprendeu piano, violoncelo e guitarra mas que gosta mais de música eletrónica porque lhe permite produzir combinações ilimitadas de sons. Seja.

Apesar de não ser a última bolacha do pacote, ouvi e gostei deste tema – “You”, especialmente aquela pianada inicial. Fresquinho fresquinho está o último tema dele, o “Gravitation” – que apesar de não ser bem o meu género, também achei fofinho.

 

ouvi e gostei #38

Speakeasies’s swing band. São gregos, e têm dois albuns editados. Pertencem àquele género que só há demasiado pouco tempo soube que adorava: o eletro swing jazz.

O género de som a que me juntava já amanhã para ser vocalista de uma banda a sério. Têm o ritmo certo, a voz é boa, os solos também ( o solo de clarinete na banheira!), o vídeo é delicioso. Eu ouvi e gostei de muitos temas, mas deixo-vos hoje este Bright lights late nights.

A-do-ro.

Música de festa, para dançar – e ver dançar também – a noite toda.

ouvi e gostei #37

Richie Campbell. E toda a gente conhece esta, já sei. Mas isto também é o meu diário e por isso enquadro bem aqui, este tema. Ouvi e gostei.

Não ouço reggae habitualamente, nem hip hop ou lá que estilo é o do Richie (Ricardo Costa, já agora). É português, anda aí desde 2010 e até já gravou com o filho do Bob Marley e tudo.

Voltando ao som, gostei deste tema desde que o ouvi ao vivo, o ano passado, durante as férias. O “Heaven” também é bom, mas este “Do you no wrong” é qualquer coisa que me tira do sério.

[suspiros]

Tem qualquer coisa de sexy-dark-profundo-eu-sei-lá.

Ora vamos lá ouvir esta, ao fim da tarde, a pensar na vida.

estive ausente… mas voltei! #4

Esta actividade é um clássico. Todos os anos (mostrei-vos aqui o do ano passado) me pedem para desenvolver um workshop temático musical com recurso a construção de instrumentos musicais reciclados. Eu divirto-me à brava a fazer estes trabalhos manuais com eles…e no fim ainda os usamos para tocar algumas peças musicais bem conhecidas! Uma delas, de Bach e até conseguiram aprender um pouco sobre a vida e obra deste compositor!

E cá estão os instrumentos que fizemos:

Guizeiras

  • esferovite circular
  • cola
  • guaches
  • pinceis
  • fita cola
  • cola quente
  • guizos avulsos

 

Paus de chuva

  • tubos de cartão
  • guaches
  • pincéis
  • fita cola
  • tampas de garrafão para fechar
  • arroz, massa, feijões, etcs para colocar dentro

 

Beliscofones

  • tubos de cartão largo
  • balões
  • guaches
  • pinceis
  • fita cola