“13 reasons why” a minha perspectiva

É de mim ou realmente não há paciência para a televisão durante o verão?

Tenho 30 canais em casa mas acho assim tudo tão silly ou tão boring que voltei às séries, assim em grande: aviei as 3 temporadas de Fear of the walking dead (assunto para outro post), Stranger things (assunto para outro post) e 13 reasons why, que é o que me traz cá hoje.

A série é bastante aquele estilo colegial americano do futebol americano, quarterbacks e cheerleaders, mas no entanto o assunto é actual, representa bem o contexto potencialmente perigoso em que vivem os adolescentes e é, na minha opinião, uma série algo viciante. Episódio após episódio, suscita uma curiosidade galopante.

Diz a sinopse que: “Clay Jensen, um estudante, volta para casa da escola um dia, e encontra uma caixa misteriosa deixada na sua varanda. Dentro da caixa, ele encontra sete fitas cassete de dois lados gravadas por Hannah Baker, sua colega de escola e amor não-correspondido, que tragicamente cometeu suicídio há duas semanas atrás. Na fita, Hannah desenvolve um diário de áudio emocional, detalhando os treze motivos pelos quais se decidiu suicidar. Suas instruções são claras: cada pessoa que recebe a caixa é um dos motivos pelos quais ela se matou. E, depois de cada pessoa ouvir as fitas, deve passar a caixa para a próxima pessoa. Se alguém decidir quebrar a corrente, um outro conjunto das fitas será trazido a público. Cada fita se dirige à uma pessoa específica da sua escola e detalha o envolvimento da mesma em seu suicídio.”

Queremos saber logo o que vem na cassete seguinte, quem é citado ou não, e realmente o porquê da miúda ter decidido acabar com a vida daquela maneira. E depois o Dylan, na série Clay, é tão fofinho e inocente que dá dó. Os pais da miúda também, sempre em busca de respostas e sem nada que os fizesse suspeitar que tinham uma filha “com problemas”.

É evidente que a série retrata bullying consciente e deliberado por parte de algumas personagens. Mas depois de ver a série penso que pode ter especial interesse para que os adolescentes que a vejam reflictam se eles próprios não estarão a fazer bullying a alguém, sem mesmo se aperceberem disso, ou sem maldade – o que acho possível de acontecer também. A cena final que tanto zum zum deu por aí, é um pouco exagerada e gráfica demais, não havia necessidade de mostrar tão detalhadamente como é que se cortam pulsos longitudinalmente, numa banheira. Mas isso é  só a minha opinião.

Apesar de colegial-pseudo-dramático-adolescente, é uma boa série a ver, e há uma boa reflexão a fazer depois de a ter visto.

imagem daqui.

Jazz Minde 2017, apareçam!

Foto de JazzMinde.

Ora pois que Pipi já tem estadia marcada e bilhetes para o festival de Jazz de Minde deste ano! Se estiverem na zona, não deixem de visitar, porque este ano – para além da música boa que se faz e ouve por lá – ainda vaão ter direito ao plus de uma feira de gastronomia  a decorrer em simultâneo: vai ser muita gente boa, muita tasca jeitosa, muita comida de chorar por mais…e com direito a caminhada matinal (só para os fortes!) no meio do verde! Se o ano passado adorei (como vos contei aqui) este ano…tinha de voltar!

Deixo-vos o cartaz aqui em baixo e a página onde podem ver todas as informações necessárias. Eu vou hoje para baixo, usufruir dos 3 dias, com muito gosto.

Foto de JazzMinde.

Black Mirror – uma crítica a esta era maioritariamente digital e tecnológica

Sim, saiu em 2011 mas eu sou pessoa que liga pouco a ecrãns (principalmente de televisão) e a maior parte das coisas que vejo é porque alguém que me conhece bem me recomenda, um filme, uma série ou assim.

A propósito, recomendou-me um amigo durante uma conversa, que visse o Black Mirror, que ia gostar e tal, muito devido àquela ideia que eu tenho de que hoje em dia anda tudo de olhar pousado em baixo, nos ecrãns, a deixar de ver a realidade com todas as suas dimensões.

Lá comecei a ver a série, vou neste momento na terceira temporada. É boa, aquele primeiro episódio do porco é surreal, mas confesso que a ideia dos episódios serem todos soltos e sem fio condutor entre eles, me desliga um bocado. Gosto mais de séries com a mesma história ao longo dos episódios, não sei, posso ser eu que sou antiquada.

Diz Charlie Brooker, o produtor de Black Mirror – que “cada episódio tem um elenco diferente, um cenário diferente, até mesmo uma realidade diferente, mas todos tratam da forma que vivemos agora — e da forma que podemos estar a viver daqui a 10 minutos se formos desastrados”.

Acho que é fundamentalmente isto: uma crítica a esta era maioritariamente digital e tecnológica em que vivemos, em que parece que estamos ávidos de registos eletrónicos. Numa era em que a realidade não chega, em que parece que não basta sermos nós próprios e usar a nossa memória. Se não fica um vídeo, um cartão, uma extensão, um ficheiro – parece que simplesmente não existiu.

Há episódios mais fictícios, outros mais “possíveis”. Apesar de tudo estou a gostar. Fica a sugestão, se forem como eu: cépticos em relação aos efeitos das novas tecnologias nas nossas vidas – vão adorar.

Biotherm Blue Therapy: um tudo-em-um mesmo ao meu género

Estragam-me com mimos, é o que é.

Recebi este presente da Biotherm através da Youzz e estou a adorar experimentá-lo. Primeiro tenho a dizer que a embalagem é lindíssima, a textura e o aroma do creme são deliciosos, e depois fiz a descoberta da minha vida. Trata-se de um creme de dia, que corrige e protege a pele face aos sinais de envelhecimento. Tem factor de protecção solar e adivinhem: o meu destina-se a peles normais a mistas (exactamente o meu tipo). Até aqui sempre tive alguma dificuldade em escolher um anti-rugas, porque todos os que tinha experimentado anteriormente nunca me pareciam bem para o meu tipo de pele. No inverno a coisa ainda ia, mas no verão sempre achei que os anti-rugas eram cremes muito mais gordurosos, pesados e brilhantes – pelo menos era o que sentia na minha pele. Por essa razão não os costumava usar no verão e ficavam guardadinhos até chegar o inverno.

No entanto este Biotherm Multi Defender veio mudar a ideia que eu tinha da coisa, não é pesado, não é brilhante nem gorduroso. Tenho usado todas as manhãs e a textura é de creme mas absorve com alguma rapidez. Uso sempre base e maquilhagem por cima e a compatibilidade entre a trilogia creme – protecção solar – maquilhagem tem sido perfeita.

Diria que é um tudo-em-um que adorei conhecer: reduz rugas e manchas, restaura a firmeza, hidrata a pele e protege do sol com FPS 25.

Não se pode pedir muito mais de um creme de dia! 

Estou rendida!

Obrigada à Biotherm e à Youzz.

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