alerta: série extremamente viciante que nos rouba horas de sono e deixa livros por ler!…

La casa de papel.

É o nome desta malvada que faz com que não haja meio de pegar a sério no Moby Dick. Pois que foi uma recomendação de uma amiga minha que me disse qualquer coisa como: “se tu gostas de acção tens de ver esta série, é que é mesmo boa e prende-nos ao ecrã a cada segundo!”.

Ora não podia confirmar mais. Eu não sou muito dada a coisas levezinhas, então na TV muito menos. Acho que a única série que vejo assim mais para o leve é o This is Us (já vos tinha contado aqui). Agora de resto, tem de ser tudo cheio de pormenores e acção e reviravoltas que assim é que eu gosto. O meu herói de infância era o Sherlock Holmes, não sei se estão a ver. E se for baseada em factos reais tanto melhor. Não é o caso desta série, é ficção pura, mas muito bem feita, muito mesmo.

Antes desta casa de papel ainda vi Handmaid’s tale (outro género, monólogos e tal, nada a ver) e que diferença!

A série é espanhola, do realizador Alex Pina (sabem aquela ideia preconceituosa que nós tugas temos de nem bons ventos nem bons casamentos?) nada disso. A série é espanhola mas mesmo muito boa. Bem escrita, filmada e produzida, e os actores não ficam nada atrás dos das séries hollywoodescas a que estamos habituados. Cenários, pormenores, tudo impecável. Ou não fossem os senhores do Netflix saberem da horta e apostar nela. Originalmente são 15 episódios granditos então encurtaram-nos e dividiram em duas temporadas.

Pois então vou levantar aqui só a pontinha da história.

A personagem principal é um homem a quem chamam “professor”, que mete numa casa, assim em jeito de pensão completa, 8 criminosos com habilidades especiais. Depois de receberem uma espécie de masterclass com as devidas indicações – muito específicas até – lá vão eles para a casa da moeda espanhola tentar roubar (ou melhor, eles não vão roubar, vão imprimir) 2,4 mil milhões de euros. O professor fica do lado de fora, livre, durante o assalto, enquanto os outros 8 têm de gerir o grupo, o tempo, as máquinas de fazer dinheiro e os reféns (com tudo o que isso implica). Entretanto têm de gerir também mais alguns imprevistos que vão acontecendo. Entretanto “o professor” acaba por se apaixonar por quem não deve, compromete todo o assalto…e mais não posso contar.

Tudo isto no meio de muita acção, drama, suspense e – no meio do que mais me fez adorar a série – muita imprevisibilidade.

Sabem quando estamos a ver uma série e já sabemos como vai acabar, quem casa com quem, o que vai acontecer a seguir? Aqui não há disso. É mesmo um argumento muito bom e damos por nós (eu pelo menos dei por mim) a pensar – é pá, é que nem em mil anos tirava uma ideia destas da cartola! E estamos sempre a torcer por eles, mesmo sendo os supostos maus da fita.

Vejam.

Estão a perder a melhor série do ano.

Ora let’s look at the trailer, como dizia o Lauro Dérmio (lembram-se, a personagem do Herman José? Brincadeirinha!!)

Ah, entretanto preparem-se para:

1: deixar de lado todos os livros que estão a ler

2: pausar todas as outras séries que estão a ver (eu deixei os Narcos pendurados)

3: ir cheios de sono para o trabalho durante uma semana (ou mais, se conseguirem ser mais fortes que eu – que aviava uns 3 episódios de cada vez)

4: passar o dia a pensar no próximo episódio e como é que eles se vão safar (e falar espanhol de vez em quando durante o dia, só para aparvalhar 🙂

Tão cedo não aparece uma série ao nível desta, ouçam o que vos digo!

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Malta do Porto e arredores que goste de soul e de jazz, estão por aí?

Pois bem, se estão e não têm melhor programa para amanhã à noite, toca a passar na casa da música às 21h30 para ouvir aqui o Myles – não o Davis, o Sanko!

Eu por acaso não o conhecia, mas a Smooth – a minha rádio favorita de todos os tempos – ofereceu-me bilhetes e lá vou eu, toda contente ouvi-lo com toda a atenção!

Diz que é assim mesmo daquele tipo de som que eu gosto: soul com groove e umas jazzadas dissonantes pelo meio.

Apareçam! 

Deixo aqui um tema dele só para abrir o apetite, mas é ouvir o álbum novo e tirar daí conclusões!

(O vídeo é lindo.)

Ando com algas na cara e estou a adorar

Pois bem, se há coisas neste mundo a que eu não consigo resistir…livros e cremes são duas delas! Vá e homens inteligentes com sentido de humor e bom gosto musical….também!

No capítulo livros tento conter-me porque as minhas estantes estão a abarrotar e ando sempre a ver quais os espécimens que posso dar, trocar ou arranjar novo dono. Já no capítulo cremes a coisa passa-se de maneira diferente. Gosto de usar tudo, de ir experimentando, de ver os efeitos e de como reagem na minha pele.

As algas vêm já à frente.

Já vos tinha contado aqui que sou fã dos produtos da Biotherm, nunca hei-de esquecer o primeiro contacto que tive com a marca, tinha eu uns 14 anos, quando a minha mãe (pessoa bastante achacada com o sol, sempre em busca das últimas novidades deste mundo em termos de proteção solar) me chegou lá a casa com um protector solar da Biotherm. Laranjinha e com um cheiro maravilhoso – cheiro esse que ainda consigo sentir agora mesmo e passou a ser a minha referência de férias. Usei esse protetor anos e anos a fio, mas penso que entretanto foi descontinuado, ou mudou de embalagem pois nunca mais lhe pus a vista em cima, com muita pena minha.

Algas a caminho.

Isto tudo para dizer que sim, já conhecia bem a qualidade dos produtos da Biotherm. E eis que a Youzz (obrigada!!) me surpreende com mais este miminho a que não pude dizer que não e já estou a testar: o  novo BIOTHERM SKIN OXYGEN. 

Primeiro não é bem um creme – é mais uma textura de gel – e depois é à base de algas: a Chlorella para ser mais precisa. Além de que não tem nenhum óleo na sua formulação, o que é óptimo para o pessoal como eu, que tem a pele meio mista meio estranha em algumas zonas da cara.

Ora, por acaso até fiquei surpreendida pelo facto do creme ter esta alga que até já comi (e sabe a relva) mas que dizem fazer maravilhas antioxidantes pelo nosso corpo. Ora se a comemos é natural que também faça bem à nossa pele!

Esta nova gama da Biotherm promete desintoxicar a pele, combater os efeitos da poluição, reduzir o excesso de oleosidade, reforçar a barreira da pele, hidratar profundamente e diminuir a aderência de partículas poluidoras à nossa pele.

Já estou a testar há umas duas semanas e realmente… minhas amigas! Posso dizer-vos que tenho a pele mais luminosa, menos gordurosa e bem hidratada durante todo o dia! Além disso para mim existe mais um must neste gel/creme, é tãããããão fresquinho quando se aplica!

Sente-se uma frescura mesmo boa e absorve num instante, como eu gosto! Claro que estou a usá-lo agora, mas como creme de verão…ui! Deve ser ainda mais agradável de usar quando está aquele calor dos ananases e não queremos de todo aquele género de cremes pegajosos na nossa cara!

Podem ver a gama toda aqui, mas só o creme já me deixou bem feliz com a experiência – este é um daqueles que vai morar cá em casa no Verão, não tenho dúvidas!

  
Achei que a embalagem tinha a cara das minhas plantas novas, digam lá pela foto se não combinam mesmo bem!

post sobre o álcool em geral e o Jack Daniels em particular

Por acaso até não sou grande consumidora de álcool. É verdade que sempre bebi e bebo o meu gin tónico por prazer, muito antes até da moda do gin tónico que nos últimos tempos se tem visto por aí. O “gin paneleiro”, como gosto de lhe chamar. Com copos de balão enormes e pesados que mais parecem jarras de flores – gelados – e nas suas 548 qualidades, mais as 75 águas tónicas possíveis. E ainda com sementes de não-sei-o-quê-acabado-em-ômo que amolecem e se metem entre os dentes quando o bebemos.

Nada disso. O meu gin tónico é à moda antiga, gin corrente (a maior parte das vezes Bombay azul) em copo alto com duas pedras de gelo e schwepps. Ah!…e palhinha! Claro, sem palhinha é como um jardim sem flores. 

Simples, sou uma rapariga simples.

Sem ser o gin, e umas Minis fresquinhas quando estão “praí” uns 44 graus à sombra, não bebo grande álcool. Vá, e um copo de vinho tinto daquele mesmo bom quando há almoços de família. Pronto, agora acho que é só isto.

Fora isso não sou grande consumidora de bebidas álcoolicas. Nem licores, nem whiskeys novos ou velhos, nem vodkas pretas ou brancas, nem bebidas de gajas aos arco-íris.

Isto para dizer que, apesar de não ser grande consumidora de álcool, descobri (porque mo deram a provar) o novo Jack Daniels Fire, e posso dizer-vos que é coisa para beber mais vezes, não fosse o preço um pouco doloroso, mas era menina para bebericar um dedalzito todos os dias. Já o Jack Daniels normal não me tira muito do sério e só à laia de curiosidade ficam a saber que não é bem um Whiskey é mais um Bourbon, tem a ver com os ingredientes que são diferentes e o processo de destilação em si que também não é o mesmo.

Mas voltemos ao Jack Daniels Fire. É só assim uma bebida espectacular – para quem gostar de canela – caso contrário está o caldo entornado. É intenso, parece que sabe a especiarias e tem um sabor pouco licoroso, não muito doce. Provei-o fresco mas imagino-o bem nos dias frios de inverno que se aproximam (não sei bem quando, mas eles vão chegar) frente a uma lareira…vai ficar perfeito!

Segundo me disseram ainda não é distribuído em portugal, só importado mesmo. Se o virem em alguma prateleira por esse mundo de bares a fora, peçam um e experimentem, é uma delícia!

Pode ser que no natal algum dos meus amigos “estrangeiros” se chegue à frente e me ofereça uma garrafita!

já há algum tempo que digo que ainda vou dar em agricultora

Ó aqui o reforço positivo!

Deixo-vos o Abril que é o meu preferido!

(mês preferido, leia-se!)…

Fardos de palha e tal… em abril águas mil… (só estava a distrair-vos mesmo!)

Resultado de imagem para calendário de agricultores 2018

Se querem ter a certeza que eu tenho razão, é ver os outros! Ahahahahah

Fotos daqui e daqui.

 

Gato satisfeito é gato satisfeito!

Cá por casa temos gato e cão. Ambos seres adoráveis! Tanto eu como pipi-man sempre fomos criados com animais e nutrimos por eles um amor incondicional. Sim, mesmo quando eles se portam mal. Sim, mesmo quando nos roem as folhas e as meias e os sapatos. É mais caso de cão, porque o gatito porta-se beeeeeeem melhor.
Catisfactions snacks para gato 60 g

Em jeito de recompensa costumo comprar-lhes umas rações super-especiais, daquelas que só dou de vez em quando, como se fosse uma ocasião especial, tipo almoço de domingo. São ambos castrados e por isso há sempre aquela preocupação com a qualidade da ração e o peso dos nossos animais.

Por isso fiquei tão contente quando a Youzz nos ofereceu cá para casa este petisco maravilha! Catisfactions! O Mi adorou! Primeiro, e por causa daquele fascínio especial que os gatos têm com caixas, não a deixou em paz. Tentou meter-se lá dentro, viu que não dava e não parou um segundo! Depois devorou logo algumas saquetas e pela cara dele, sei que adorou!

A ração parece ser muito saborosa (o Mi só provou o sabor de frango) e de boa qualidade. Até a nossa cadelita mostrou interesse pela ração, se não fosse a nossa supervisão apertada, penso que teriam comido “a meias”. Para nós teve ainda a mais valia de ser adaptada a animais castrados, porque cada snack tem apenas 2 calorias, o que não nos pesa a nós na cosciência, quando lhos damos a comer.

Sem dúvida que cá em casa ficamos fãs! Vamos (quer dizer, vai o gato!) experimentar certamente os restantes sabores! Mais uma vez obrigada à Youzz pela amabilidade!

Ora digam lá, que isto não é cara de gato satisfeito!

O aspecto da embalagem é este, e podem comprar em qualquer hipermercado!

Imagem relacionada

 

 

Votar

Eu juro que não consigo perceber a malta que não vota por opção. Simplesmente pelo facto de que, se nos permitem ter opinião e decidir sobre alguma coisa, porque não fazê-lo?

É uma questão que me faz confusão há muitos anos. Como pode alguém não querer decidir coisa nenhuma, ou pior, delegar essa função noutros? Para poder reclamar a seguir? Ou simplesmente para se demitir de qualquer responsabilidade no futuro? Não sei, não consigo chegar lá. Não encontro uma explicação que me satisfaça.

E depois se há eleições engraçadas são estas! A malta da cidade dividida: um lado os apoiantes de um candidato. De outro lado, à conversa num outro círculo mais à frente, os apoiantes e o candidato do outro lado político. Miúdos que só estão ali porque foram claramente arrancados de casa pelos pais para irem votar, mas que se percebe claramente que não fazem a mínima ideia do que estão ali a fazer.

É também um óptimo sítio para rever aquele pessoal que saiu da cidade mas ainda volta cá para votar, que já não víamos há não sei quanto tempo. E a juntar a isto temos todas aquelas senhoras que visivelmente passaram ontem 3h no cabeleireiro e levam o seu melhor modelito de domingo em jeito pendant eleitoral…é tão lindo!…

Eu divirto-me tanto quando vou votar, a apreciar estas pequenas coisas! E vocês? Também? Ou sou só eu?

Mas enfim, votem! A mensagem é esta. A abstenção nunca resolveu nada nem fez bem a ninguém.

gráfico daqui, e de 2014.