unhas do mês #1

Se há coisa que eu valorizo e aprecio são umas mãos bem apresentadas (homens incluídos) e umas unhas bem cuidadas. Nada de cantos roídos, unhas lascadas, umas grandes outras pequenas, nada de umas redondas e outras quadradas. E por isso todos os meses pago para que me arranjem as minhas.

Pintar e tal, sem stresses e tudo na paz do senhor. Eu já nem falo nas cores, que as minhas são sempre tons neutros ou vermelho ou preto ou cinzento. Há por aí uns fluorescentes e uns amarelos tão bonitos. Só que não. Pelo menos para mim.

Mas depois amigas, depois…vem aquele flagelo chamado nail art. Nós até queremos pertencer e entrar na onda, fazer alguma coisa de diferente numa unha – só uma! – (falo por mim que sou controladinha e não entro em devaneios), mas depois vêm aquelas sugestões pirosonas, quais árvores de natal, qual néon a apontar-nos para ali!

Estão a ver aquele pessoal que exagera e põe a carne toda no assador? Tipo desenhos, e brilhantes, e piercings misturados com flores, “tigresses” e o diabo a sete? Vejo muito disso! Medo, muito medo de deixar a minha unha, qual órfã, ser abduzida por um nail art, sem ter sido contratado e explicado antecipadamente! Eu é que tenho vergonha, porque às vezes apetecia-me era sacar dum papelito e desenhar exactamente o que quero, para depois não ter surpresas! Isso é que era, mas ainda não tive coragem para tanto. Um dia chego lá.

Nota importante: eu juro que já vi por aí pessoal a andar com as fotos dos filhos nas unhas! Sério! E fico com muito medo das pessoas que envergam coisas tais…nas unhas. É coisa que puxa logo para um Cátia Vanessa, para um Ágata Liliana, certo?!?

Então lembrei-me que, para combater este flagelo-do-nail-art-pirosão-e-bimbo, vou cá deixar as minhas unhas, com o devido nail art (que by the way: a minha manicure não considera sequer nail art, dado o carácter tão apagadito da coisa na opinião dela) todos os meses, ok?

De nada. Eu sou uma pessoa fixe.

É só dizerem coisas se acharem que afinal eu também tenho uma bimba em potencial dentro de mim.

Agradecida.

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iurd vs Piçarra

Perguntava-me há pouco o meu amigo Sting (sim, eu tenho um amigo Sting, que obviamente não é esse Sting que vocês estão a pensar – quem me dera! mas gosto muito do meu Sting na mesma, caraças que ele ainda lê isto…) o que achava eu desta nova polémica do suposto plágio do Diogo Piçarra.

Ora bem, pois que a malta gosta de um bom regabofe, não é? Ainda por cima com a Iurd ao barulho? Já não chegavam as adopções não era? Isto tem tudo para um bom entretenimento! Melhor melhor só com as opiniões do Luís Jardim (uns têm o benfica, ele terá sempre a Tina Turner – glórias do passado, cada um tem as suas).

Sinceramente, e porque foi exactamente a opinião que dei ao meu amigo: não me parece que tenha existido intenção de copiar (uma música da iurd, a sério? para copiar que fosse em bom…) mas no entanto as músicas ficaram beeeeeeeem parecidas.

Acho que o verdadeiro problema é ambas serem (na minha opinião) muito simples e muito previsíveis na melodia, o que não faz ficar assim muito difícil fazer duas iguaizinhas por este mundo fora.

Se houve intenção nisso? Não me parece. Apostaria que não. Mas acabaram iguais? Muito parecidas, do que ouvi assim na diagonal só a tonalidade e o andamento diferentes. E a condução do tema depois de exposto, parece-me que o do Diogo, é apesar de tudo um pouquinho mais rico do que o do pastor-não-sei-quê.

Depois vem o Luís Jardim dizer neste artigo que isto não é plagio nem aqui nem na China, que só existem 7 notas e tal… a mim não me parece e sei que há determinadas regras (desconheço os requisitos exactos) para que se considere ou não um plágio: número de compassos, melodia, harmonia, andamento e tal, não é coisa que se avalie assim de ânimo leve.

Mas 7 notas? Hum…sr Jardim, se assim fosse o jazz também só tem essas 7, e a ópera, o rock, o metal progressivo!… E não andou nem anda por aí tudo a fazer música da mesma, pois não? Acho que as 7 (já agora 12 para sermos mais corretos) são notas que bastem para milhões de combinações diferentes e criativas!

Agora em calhando, lembrei-me que isto da globalização é que é uma chatice, vem dificultar a cena a quem quer dar uma copiadela (não que eu ache que seja o caso aqui do Diogo – já vi por aí outros plágios bem mais flagrantes!…e pouco passou!), que isto em mil nove e setentas (ou antes da internet, vá) seria muito mais difícil de descobrir…

Deixo-vos o videozinho com a comparação dos temas.

O que me dizem os vossos ouvidos?

alerta: série extremamente viciante que nos rouba horas de sono e deixa livros por ler!…

La casa de papel.

É o nome desta malvada que faz com que não haja meio de pegar a sério no Moby Dick. Pois que foi uma recomendação de uma amiga minha que me disse qualquer coisa como: “se tu gostas de acção tens de ver esta série, é que é mesmo boa e prende-nos ao ecrã a cada segundo!”.

Ora não podia confirmar mais. Eu não sou muito dada a coisas levezinhas, então na TV muito menos. Acho que a única série que vejo assim mais para o leve é o This is Us (já vos tinha contado aqui). Agora de resto, tem de ser tudo cheio de pormenores e acção e reviravoltas que assim é que eu gosto. O meu herói de infância era o Sherlock Holmes, não sei se estão a ver. E se for baseada em factos reais tanto melhor. Não é o caso desta série, é ficção pura, mas muito bem feita, muito mesmo.

Antes desta casa de papel ainda vi Handmaid’s tale (outro género, monólogos e tal, nada a ver) e que diferença!

A série é espanhola, do realizador Alex Pina (sabem aquela ideia preconceituosa que nós tugas temos de nem bons ventos nem bons casamentos?) nada disso. A série é espanhola mas mesmo muito boa. Bem escrita, filmada e produzida, e os actores não ficam nada atrás dos das séries hollywoodescas a que estamos habituados. Cenários, pormenores, tudo impecável. Ou não fossem os senhores do Netflix saberem da horta e apostar nela. Originalmente são 15 episódios granditos então encurtaram-nos e dividiram em duas temporadas.

Pois então vou levantar aqui só a pontinha da história.

A personagem principal é um homem a quem chamam “professor”, que mete numa casa, assim em jeito de pensão completa, 8 criminosos com habilidades especiais. Depois de receberem uma espécie de masterclass com as devidas indicações – muito específicas até – lá vão eles para a casa da moeda espanhola tentar roubar (ou melhor, eles não vão roubar, vão imprimir) 2,4 mil milhões de euros. O professor fica do lado de fora, livre, durante o assalto, enquanto os outros 8 têm de gerir o grupo, o tempo, as máquinas de fazer dinheiro e os reféns (com tudo o que isso implica). Entretanto têm de gerir também mais alguns imprevistos que vão acontecendo. Entretanto “o professor” acaba por se apaixonar por quem não deve, compromete todo o assalto…e mais não posso contar.

Tudo isto no meio de muita acção, drama, suspense e – no meio do que mais me fez adorar a série – muita imprevisibilidade.

Sabem quando estamos a ver uma série e já sabemos como vai acabar, quem casa com quem, o que vai acontecer a seguir? Aqui não há disso. É mesmo um argumento muito bom e damos por nós (eu pelo menos dei por mim) a pensar – é pá, é que nem em mil anos tirava uma ideia destas da cartola! E estamos sempre a torcer por eles, mesmo sendo os supostos maus da fita.

Vejam.

Estão a perder a melhor série do ano.

Ora let’s look at the trailer, como dizia o Lauro Dérmio (lembram-se, a personagem do Herman José? Brincadeirinha!!)

Ah, entretanto preparem-se para:

1: deixar de lado todos os livros que estão a ler

2: pausar todas as outras séries que estão a ver (eu deixei os Narcos pendurados)

3: ir cheios de sono para o trabalho durante uma semana (ou mais, se conseguirem ser mais fortes que eu – que aviava uns 3 episódios de cada vez)

4: passar o dia a pensar no próximo episódio e como é que eles se vão safar (e falar espanhol de vez em quando durante o dia, só para aparvalhar 🙂

Tão cedo não aparece uma série ao nível desta, ouçam o que vos digo!

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Malta do Porto e arredores que goste de soul e de jazz, estão por aí?

Pois bem, se estão e não têm melhor programa para amanhã à noite, toca a passar na casa da música às 21h30 para ouvir aqui o Myles – não o Davis, o Sanko!

Eu por acaso não o conhecia, mas a Smooth – a minha rádio favorita de todos os tempos – ofereceu-me bilhetes e lá vou eu, toda contente ouvi-lo com toda a atenção!

Diz que é assim mesmo daquele tipo de som que eu gosto: soul com groove e umas jazzadas dissonantes pelo meio.

Apareçam! 

Deixo aqui um tema dele só para abrir o apetite, mas é ouvir o álbum novo e tirar daí conclusões!

(O vídeo é lindo.)

Ando com algas na cara e estou a adorar

Pois bem, se há coisas neste mundo a que eu não consigo resistir…livros e cremes são duas delas! Vá e homens inteligentes com sentido de humor e bom gosto musical….também!

No capítulo livros tento conter-me porque as minhas estantes estão a abarrotar e ando sempre a ver quais os espécimens que posso dar, trocar ou arranjar novo dono. Já no capítulo cremes a coisa passa-se de maneira diferente. Gosto de usar tudo, de ir experimentando, de ver os efeitos e de como reagem na minha pele.

As algas vêm já à frente.

Já vos tinha contado aqui que sou fã dos produtos da Biotherm, nunca hei-de esquecer o primeiro contacto que tive com a marca, tinha eu uns 14 anos, quando a minha mãe (pessoa bastante achacada com o sol, sempre em busca das últimas novidades deste mundo em termos de proteção solar) me chegou lá a casa com um protector solar da Biotherm. Laranjinha e com um cheiro maravilhoso – cheiro esse que ainda consigo sentir agora mesmo e passou a ser a minha referência de férias. Usei esse protetor anos e anos a fio, mas penso que entretanto foi descontinuado, ou mudou de embalagem pois nunca mais lhe pus a vista em cima, com muita pena minha.

Algas a caminho.

Isto tudo para dizer que sim, já conhecia bem a qualidade dos produtos da Biotherm. E eis que a Youzz (obrigada!!) me surpreende com mais este miminho a que não pude dizer que não e já estou a testar: o  novo BIOTHERM SKIN OXYGEN. 

Primeiro não é bem um creme – é mais uma textura de gel – e depois é à base de algas: a Chlorella para ser mais precisa. Além de que não tem nenhum óleo na sua formulação, o que é óptimo para o pessoal como eu, que tem a pele meio mista meio estranha em algumas zonas da cara.

Ora, por acaso até fiquei surpreendida pelo facto do creme ter esta alga que até já comi (e sabe a relva) mas que dizem fazer maravilhas antioxidantes pelo nosso corpo. Ora se a comemos é natural que também faça bem à nossa pele!

Esta nova gama da Biotherm promete desintoxicar a pele, combater os efeitos da poluição, reduzir o excesso de oleosidade, reforçar a barreira da pele, hidratar profundamente e diminuir a aderência de partículas poluidoras à nossa pele.

Já estou a testar há umas duas semanas e realmente… minhas amigas! Posso dizer-vos que tenho a pele mais luminosa, menos gordurosa e bem hidratada durante todo o dia! Além disso para mim existe mais um must neste gel/creme, é tãããããão fresquinho quando se aplica!

Sente-se uma frescura mesmo boa e absorve num instante, como eu gosto! Claro que estou a usá-lo agora, mas como creme de verão…ui! Deve ser ainda mais agradável de usar quando está aquele calor dos ananases e não queremos de todo aquele género de cremes pegajosos na nossa cara!

Podem ver a gama toda aqui, mas só o creme já me deixou bem feliz com a experiência – este é um daqueles que vai morar cá em casa no Verão, não tenho dúvidas!

  
Achei que a embalagem tinha a cara das minhas plantas novas, digam lá pela foto se não combinam mesmo bem!

post sobre o álcool em geral e o Jack Daniels em particular

Por acaso até não sou grande consumidora de álcool. É verdade que sempre bebi e bebo o meu gin tónico por prazer, muito antes até da moda do gin tónico que nos últimos tempos se tem visto por aí. O “gin paneleiro”, como gosto de lhe chamar. Com copos de balão enormes e pesados que mais parecem jarras de flores – gelados – e nas suas 548 qualidades, mais as 75 águas tónicas possíveis. E ainda com sementes de não-sei-o-quê-acabado-em-ômo que amolecem e se metem entre os dentes quando o bebemos.

Nada disso. O meu gin tónico é à moda antiga, gin corrente (a maior parte das vezes Bombay azul) em copo alto com duas pedras de gelo e schwepps. Ah!…e palhinha! Claro, sem palhinha é como um jardim sem flores. 

Simples, sou uma rapariga simples.

Sem ser o gin, e umas Minis fresquinhas quando estão “praí” uns 44 graus à sombra, não bebo grande álcool. Vá, e um copo de vinho tinto daquele mesmo bom quando há almoços de família. Pronto, agora acho que é só isto.

Fora isso não sou grande consumidora de bebidas álcoolicas. Nem licores, nem whiskeys novos ou velhos, nem vodkas pretas ou brancas, nem bebidas de gajas aos arco-íris.

Isto para dizer que, apesar de não ser grande consumidora de álcool, descobri (porque mo deram a provar) o novo Jack Daniels Fire, e posso dizer-vos que é coisa para beber mais vezes, não fosse o preço um pouco doloroso, mas era menina para bebericar um dedalzito todos os dias. Já o Jack Daniels normal não me tira muito do sério e só à laia de curiosidade ficam a saber que não é bem um Whiskey é mais um Bourbon, tem a ver com os ingredientes que são diferentes e o processo de destilação em si que também não é o mesmo.

Mas voltemos ao Jack Daniels Fire. É só assim uma bebida espectacular – para quem gostar de canela – caso contrário está o caldo entornado. É intenso, parece que sabe a especiarias e tem um sabor pouco licoroso, não muito doce. Provei-o fresco mas imagino-o bem nos dias frios de inverno que se aproximam (não sei bem quando, mas eles vão chegar) frente a uma lareira…vai ficar perfeito!

Segundo me disseram ainda não é distribuído em portugal, só importado mesmo. Se o virem em alguma prateleira por esse mundo de bares a fora, peçam um e experimentem, é uma delícia!

Pode ser que no natal algum dos meus amigos “estrangeiros” se chegue à frente e me ofereça uma garrafita!

já há algum tempo que digo que ainda vou dar em agricultora

Ó aqui o reforço positivo!

Deixo-vos o Abril que é o meu preferido!

(mês preferido, leia-se!)…

Fardos de palha e tal… em abril águas mil… (só estava a distrair-vos mesmo!)

Resultado de imagem para calendário de agricultores 2018

Se querem ter a certeza que eu tenho razão, é ver os outros! Ahahahahah

Fotos daqui e daqui.