post sobre o álcool em geral e o Jack Daniels em particular

Por acaso até não sou grande consumidora de álcool. É verdade que sempre bebi e bebo o meu gin tónico por prazer, muito antes até da moda do gin tónico que nos últimos tempos se tem visto por aí. O “gin paneleiro”, como gosto de lhe chamar. Com copos de balão enormes e pesados que mais parecem jarras de flores – gelados – e nas suas 548 qualidades, mais as 75 águas tónicas possíveis. E ainda com sementes de não-sei-o-quê-acabado-em-ômo que amolecem e se metem entre os dentes quando o bebemos.

Nada disso. O meu gin tónico é à moda antiga, gin corrente (a maior parte das vezes Bombay azul) em copo alto com duas pedras de gelo e schwepps. Ah!…e palhinha! Claro, sem palhinha é como um jardim sem flores. 

Simples, sou uma rapariga simples.

Sem ser o gin, e umas Minis fresquinhas quando estão “praí” uns 44 graus à sombra, não bebo grande álcool. Vá, e um copo de vinho tinto daquele mesmo bom quando há almoços de família. Pronto, agora acho que é só isto.

Fora isso não sou grande consumidora de bebidas álcoolicas. Nem licores, nem whiskeys novos ou velhos, nem vodkas pretas ou brancas, nem bebidas de gajas aos arco-íris.

Isto para dizer que, apesar de não ser grande consumidora de álcool, descobri (porque mo deram a provar) o novo Jack Daniels Fire, e posso dizer-vos que é coisa para beber mais vezes, não fosse o preço um pouco doloroso, mas era menina para bebericar um dedalzito todos os dias. Já o Jack Daniels normal não me tira muito do sério e só à laia de curiosidade ficam a saber que não é bem um Whiskey é mais um Bourbon, tem a ver com os ingredientes que são diferentes e o processo de destilação em si que também não é o mesmo.

Mas voltemos ao Jack Daniels Fire. É só assim uma bebida espectacular – para quem gostar de canela – caso contrário está o caldo entornado. É intenso, parece que sabe a especiarias e tem um sabor pouco licoroso, não muito doce. Provei-o fresco mas imagino-o bem nos dias frios de inverno que se aproximam (não sei bem quando, mas eles vão chegar) frente a uma lareira…vai ficar perfeito!

Segundo me disseram ainda não é distribuído em portugal, só importado mesmo. Se o virem em alguma prateleira por esse mundo de bares a fora, peçam um e experimentem, é uma delícia!

Pode ser que no natal algum dos meus amigos “estrangeiros” se chegue à frente e me ofereça uma garrafita!

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já há algum tempo que digo que ainda vou dar em agricultora

Ó aqui o reforço positivo!

Deixo-vos o Abril que é o meu preferido!

(mês preferido, leia-se!)…

Fardos de palha e tal… em abril águas mil… (só estava a distrair-vos mesmo!)

Resultado de imagem para calendário de agricultores 2018

Se querem ter a certeza que eu tenho razão, é ver os outros! Ahahahahah

Fotos daqui e daqui.

 

Gato satisfeito é gato satisfeito!

Cá por casa temos gato e cão. Ambos seres adoráveis! Tanto eu como pipi-man sempre fomos criados com animais e nutrimos por eles um amor incondicional. Sim, mesmo quando eles se portam mal. Sim, mesmo quando nos roem as folhas e as meias e os sapatos. É mais caso de cão, porque o gatito porta-se beeeeeeem melhor.
Catisfactions snacks para gato 60 g

Em jeito de recompensa costumo comprar-lhes umas rações super-especiais, daquelas que só dou de vez em quando, como se fosse uma ocasião especial, tipo almoço de domingo. São ambos castrados e por isso há sempre aquela preocupação com a qualidade da ração e o peso dos nossos animais.

Por isso fiquei tão contente quando a Youzz nos ofereceu cá para casa este petisco maravilha! Catisfactions! O Mi adorou! Primeiro, e por causa daquele fascínio especial que os gatos têm com caixas, não a deixou em paz. Tentou meter-se lá dentro, viu que não dava e não parou um segundo! Depois devorou logo algumas saquetas e pela cara dele, sei que adorou!

A ração parece ser muito saborosa (o Mi só provou o sabor de frango) e de boa qualidade. Até a nossa cadelita mostrou interesse pela ração, se não fosse a nossa supervisão apertada, penso que teriam comido “a meias”. Para nós teve ainda a mais valia de ser adaptada a animais castrados, porque cada snack tem apenas 2 calorias, o que não nos pesa a nós na cosciência, quando lhos damos a comer.

Sem dúvida que cá em casa ficamos fãs! Vamos (quer dizer, vai o gato!) experimentar certamente os restantes sabores! Mais uma vez obrigada à Youzz pela amabilidade!

Ora digam lá, que isto não é cara de gato satisfeito!

O aspecto da embalagem é este, e podem comprar em qualquer hipermercado!

Imagem relacionada

 

 

Votar

Eu juro que não consigo perceber a malta que não vota por opção. Simplesmente pelo facto de que, se nos permitem ter opinião e decidir sobre alguma coisa, porque não fazê-lo?

É uma questão que me faz confusão há muitos anos. Como pode alguém não querer decidir coisa nenhuma, ou pior, delegar essa função noutros? Para poder reclamar a seguir? Ou simplesmente para se demitir de qualquer responsabilidade no futuro? Não sei, não consigo chegar lá. Não encontro uma explicação que me satisfaça.

E depois se há eleições engraçadas são estas! A malta da cidade dividida: um lado os apoiantes de um candidato. De outro lado, à conversa num outro círculo mais à frente, os apoiantes e o candidato do outro lado político. Miúdos que só estão ali porque foram claramente arrancados de casa pelos pais para irem votar, mas que se percebe claramente que não fazem a mínima ideia do que estão ali a fazer.

É também um óptimo sítio para rever aquele pessoal que saiu da cidade mas ainda volta cá para votar, que já não víamos há não sei quanto tempo. E a juntar a isto temos todas aquelas senhoras que visivelmente passaram ontem 3h no cabeleireiro e levam o seu melhor modelito de domingo em jeito pendant eleitoral…é tão lindo!…

Eu divirto-me tanto quando vou votar, a apreciar estas pequenas coisas! E vocês? Também? Ou sou só eu?

Mas enfim, votem! A mensagem é esta. A abstenção nunca resolveu nada nem fez bem a ninguém.

gráfico daqui, e de 2014.

reflexão sobre o minimalismo

Minimalism – um documentário sobre as coisas importantes. Vi-o logo no dia em que foi disponibilizado no netflix. Não foi grande surpresa porque já conhecia a corrente e reflito muitas vezes sobre ela. Será que precisamos mesmo de tudo o que temos? Será que quando queremos um roupeiro maior ou sonhamos com uma casa com mais arrumação, estamos a fazer sentido ou simplesmente a acumular coisas das quais não nos conseguimos livrar? Será que menos é mesmo mais?

Não sei. Fico na dúvida.

Sei que nas antípodas disto está aquela malta acumuladora, que vê função em tudo e acumula anos de lixo e objetos que não servem para nada, só mesmo nas suas cabeças. Consigo ver nos acumuladores algum tipo de patologia psicológica mas nos minimalistas não. Talvez porque seja uma ideia mais romântica esta, a de que precisamos verdadeiramente de muito pouco (refiro-me a bens físicos e materiais) na nossa vida do dia-a-dia. Talvez seja isso.

Mas voltando ao documentário. Adorei a forma como está realizado, a beleza da simplicidade (que no minimalismo se nota tanto!). O conceito de “coisas importantes”. As casas deles ficam mais bonitas, tão destralhadas que até apetece viver lá. As vidas deles parecem realmente mais simples de viver.

Será que somos mesmo nós que desejamos mais coisas, ou nos “obrigam” a querê-las mesmo que não precisemos delas? Roupas, telemóveis, carros, gadgets, casas? Somos nós que consumimos bens ou são os bens que nos consomem a nós? Será que quanto menos temos mais livres somos?

Somos realmente mais felizes?

Talvez os minimalistas sejam mais do que nós. Vejam o documentário que ele é lindo. E apela à reflexão.

“13 reasons why” a minha perspectiva

É de mim ou realmente não há paciência para a televisão durante o verão?

Tenho 30 canais em casa mas acho assim tudo tão silly ou tão boring que voltei às séries, assim em grande: aviei as 3 temporadas de Fear of the walking dead (assunto para outro post), Stranger things (assunto para outro post) e 13 reasons why, que é o que me traz cá hoje.

A série é bastante aquele estilo colegial americano do futebol americano, quarterbacks e cheerleaders, mas no entanto o assunto é actual, representa bem o contexto potencialmente perigoso em que vivem os adolescentes e é, na minha opinião, uma série algo viciante. Episódio após episódio, suscita uma curiosidade galopante.

Diz a sinopse que: “Clay Jensen, um estudante, volta para casa da escola um dia, e encontra uma caixa misteriosa deixada na sua varanda. Dentro da caixa, ele encontra sete fitas cassete de dois lados gravadas por Hannah Baker, sua colega de escola e amor não-correspondido, que tragicamente cometeu suicídio há duas semanas atrás. Na fita, Hannah desenvolve um diário de áudio emocional, detalhando os treze motivos pelos quais se decidiu suicidar. Suas instruções são claras: cada pessoa que recebe a caixa é um dos motivos pelos quais ela se matou. E, depois de cada pessoa ouvir as fitas, deve passar a caixa para a próxima pessoa. Se alguém decidir quebrar a corrente, um outro conjunto das fitas será trazido a público. Cada fita se dirige à uma pessoa específica da sua escola e detalha o envolvimento da mesma em seu suicídio.”

Queremos saber logo o que vem na cassete seguinte, quem é citado ou não, e realmente o porquê da miúda ter decidido acabar com a vida daquela maneira. E depois o Dylan, na série Clay, é tão fofinho e inocente que dá dó. Os pais da miúda também, sempre em busca de respostas e sem nada que os fizesse suspeitar que tinham uma filha “com problemas”.

É evidente que a série retrata bullying consciente e deliberado por parte de algumas personagens. Mas depois de ver a série penso que pode ter especial interesse para que os adolescentes que a vejam reflictam se eles próprios não estarão a fazer bullying a alguém, sem mesmo se aperceberem disso, ou sem maldade – o que acho possível de acontecer também. A cena final que tanto zum zum deu por aí, é um pouco exagerada e gráfica demais, não havia necessidade de mostrar tão detalhadamente como é que se cortam pulsos longitudinalmente, numa banheira. Mas isso é  só a minha opinião.

Apesar de colegial-pseudo-dramático-adolescente, é uma boa série a ver, e há uma boa reflexão a fazer depois de a ter visto.

imagem daqui.

Jazz Minde 2017, apareçam!

Foto de JazzMinde.

Ora pois que Pipi já tem estadia marcada e bilhetes para o festival de Jazz de Minde deste ano! Se estiverem na zona, não deixem de visitar, porque este ano – para além da música boa que se faz e ouve por lá – ainda vaão ter direito ao plus de uma feira de gastronomia  a decorrer em simultâneo: vai ser muita gente boa, muita tasca jeitosa, muita comida de chorar por mais…e com direito a caminhada matinal (só para os fortes!) no meio do verde! Se o ano passado adorei (como vos contei aqui) este ano…tinha de voltar!

Deixo-vos o cartaz aqui em baixo e a página onde podem ver todas as informações necessárias. Eu vou hoje para baixo, usufruir dos 3 dias, com muito gosto.

Foto de JazzMinde.