Ouvi e gostei #42

Flash Mob Jazz. Fazem covers daqueles temas bons que toda a gente conhece. E não há nada de mal nisso, pelo menos para mim. Muitas das vezes os covers são bem melhores que o original.

Aqui o som dos Flash Mob é bom, a pinta deles também. As vozes encaixam bem umas nas outras. Adoro!

O género de música que posso ouvir em loop, uma noite inteira e nunca me canso. Os vídeos deles são todos tão fofos. Tocam ao vivo em Brighton todas as segundas e em mais não sei quantos sítios de certeza, é ver no site deles. Candidato-me desde já a vocalista suplente! Ou só para fazer os coros, ou outra coisa qualquer! Era bom, era! 🙂

Tive alguma dificuldade em escolher o tema porque são todos tão giros! Mas deixo-vos este clássico, a versão deles de “Sing Sing Sing” (1936, Benny Goodman / Louis Prima).

Ah e confirma-se aquilo que eu costumo dizer sobre os baixistas…neste caso contrabaixista! Vejam-me lá bem este moço!

Acho que ia gostar de conhecer Brighton!

 

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Jazz Minde 2017, apareçam!

Foto de JazzMinde.

Ora pois que Pipi já tem estadia marcada e bilhetes para o festival de Jazz de Minde deste ano! Se estiverem na zona, não deixem de visitar, porque este ano – para além da música boa que se faz e ouve por lá – ainda vaão ter direito ao plus de uma feira de gastronomia  a decorrer em simultâneo: vai ser muita gente boa, muita tasca jeitosa, muita comida de chorar por mais…e com direito a caminhada matinal (só para os fortes!) no meio do verde! Se o ano passado adorei (como vos contei aqui) este ano…tinha de voltar!

Deixo-vos o cartaz aqui em baixo e a página onde podem ver todas as informações necessárias. Eu vou hoje para baixo, usufruir dos 3 dias, com muito gosto.

Foto de JazzMinde.

Ouvi e gostei #7

Cory Henry. Músico e produtor, nasceu em 1987 em Brooklyn e começou a tocar orgão e piano com 2 anos de idade. Aos seis já tocava no Apollo Theater. A carreira dele começou a sério em 2006 e eu tive o prazer de o ouvir ao vivo no festival internacional de jazz que até cheguei a aconselhar aqui no blog. Faz parte dos Snarky Puppy e já tocou com muita gente, desde Bruce Springsteen a artistas de gospel. O rapaz é de uma musicalidade que só visto, a malta não arredou pé. Ele e o Taron Lockett (percussionista que tocou com ele e não lhe ficou nada atrás-atenção que não é ele que aparece no vídeo em baixo porque não consegui arranjar melhor) presentearam-nos com um banquete auditivo durante 3 horas seguidas de concerto. Não foi preciso pedir ao público para cantar, que estava tudo doidinho para escancarar a guela. Para além de bom músico, ainda foi todo simpático, conviveu com a malta no fim do concerto, deu autógrafos e tirou selfies sempre bem disposto e na boa. Isto tudo como pretexto para vos mostrar o meu tema preferido dele, Naaaaa Naaaaa Naaaaa Naaaaaaa….. Deixo-vos também outro tema, dos snarky Puppy, com um solo dele aos 4:25, simplesmente fantástico!

Sem programa para o fim de semana?

A Pipi aconselha! Passem em Minde, lá para os lados de Alcanena, que disseram-me uns amigos que há por lá um festival internacional de Jazz muito jeitoso!

Na minha opinião o cartaz é bem melhor na sexta do que no sabádo, mas como a pessoa tem de trabalhar e ajudar o governo a contornar esta crise…só no sábado lá estarei! Diz que o ambiente é muito acolhedor e que aquela malta sabe receber muito bem! Há Jam Session e tudo, parece-me um óptimo programa para músicos – e não músicos também!